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Produção de caminhões cresce mais de 20% em fevereiro

Tempo de Leitura: 2 minutos

Caminhões pesados puxam crescimento da produção; número é menor que fevereiro de 2021

A produção de caminhões no Brasil no último mês de fevereiro obteve 20,4% de aumento em relação a janeiro deste ano. Foram 11.389 veículos produzidos, contra 9.463 no primeiro mês de 2022. Entretanto, este número é menor quando comparado ao mesmo período do ano passado, quando produziram 416 caminhões a mais. Desta forma, fevereiro de 2022 teve uma queda de 3,5%.

Mesmo assim, os números do primeiro bimestre foram positivos. Quando comparamos com 2021, os primeiros dois meses deste ano obtiveram um aumento de 1,2% na produção, sendo 20.852 caminhões produzidos contra 20.610 do ano anterior.

Os dados são da Anfavea, a associação das fabricantes de veículos no País, e de acordo com seu vice-presidente, Gustavo Bonini, o ritmo de produção está se normalizando após os reflexos da pandemia que provocaram falta de componentes e semicondutores essenciais na produção. Por exemplo, a Mercedes-Benz e a Scania paralisaram suas atividades por um tempo, entre férias coletivas e feriados de carnaval, pela falta desses semicondutores.

Caminhões pesados puxam a fila

Os veículos pesados foram os que mais cresceram em termos de produção. No mês passado foram 5.463 unidades produzidas, um aumento de mais de 43% em relação a janeiro. Mesmo assim, em relação aos 5.980 de fevereiro do ano passado, houve queda de 8,6%.

Nos semipesados também houve crescimento. As 3.279 unidades representam 8% a mais que o mês de janeiro e 41 unidades a mais que fevereiro de 2021.

Com 530 unidades, os médios obtiveram um aumento significativo de mais de 57% em relação ao mês de janeiro. Porém, em relação à 2021, queda de quase 20%.

Concluindo, os 2.022 veículos leves registraram queda de quase 6% em relação a janeiro. Seja como for, conseguiu um aumento de 9% comparado a fevereiro/21.

Fator Ucrânia

De acordo com a Anfavea, os conflitos na região da Ucrânia podem render impactos no mercado. Segundo o presidente da entidade, Luiz Carlos Moraes, não há uma estimativa para esses impactos, mas pode afetar o preço do alumínio e o fornecimento dos semicondutores.

Fonte: Estadão, março de 2022

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