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Conheça as rodovias mais perigosas do Brasil

Tempo de Leitura: 2 minutos

Estudo seleciona rodovias mais perigosas do país de acordo com número de acidentes; três delas cortam o estado do Pará

Uma pesquisa da Fundação Dom Cabral, divulgada esta semana, mostra quais são as rodovias mais perigosas do Brasil. A PILT – Plataforma de Infraestrutura em Logística de Transportes – fez uma análise sobre a quantidade de acidentes registrados pela Polícia Rodoviária Federal. O período analisado foi entre os anos de 2018 e 2021.

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A pesquisa informou que, entre as estradas mais perigosas, três estão localizadas no estado do Pará. São elas, a BR-316, a BR-163 e a BR-230.

Foi elaborado um ranking com as 20 rodovias brasileiras mais perigosas. Em relação ao número de acidentes, a mais perigosa é a BR-101. A via registrou 11.167 acidentes no período. Em seguida, a BR-116, com 9.691 casos. A BR-040 aparece em terceiro, com 3.137. BR-381 e BR-153 fecham o top-5 com 2.942 e 2.424 acidentes, respectivamente.

Nesse sentido, entre as que cortam o estado paraense, a BR-163 ocupa o sétimo lugar, com 2.089 acidentes. Da mesma forma, em 12º lugar está a BR-230, com 1.246 acidentes. Por fim, na 14ª posição, a BR-316, com 1.091 acidentes. A última, aliás, é a principal via de acesso à capital Belém. Por outro lado, a 316 ficou entre as que tiveram os acidentes mais graves, ocupando o quarto lugar em “severidade”.

Rodovias públicas mais perigosas

Segundo a PRF, ao todo, foram 264.196 acidentes registrados nos quatro anos de pesquisa. Também se constatou que 43,4% destes aconteceram em vias particulares. Enquanto isso, 56,6% ocorreram nas estradas de responsabilidade pública. Além disso, a pesquisa também mostrou que os acidentes foram mais graves nas vias públicas. A taxa de severidade nelas foi de 80,4%. Por outro lado, apenas 19,6% em rodovia concedida.

O professor Paulo Rezende, da Fundação Dom Cabral, afirma que “As rodovias sob gestão pública são 4,1 vezes mais “perigosas” que aquelas sob concessão”. Dessa forma, o país precisa buscar novas formas de financiar o setor, sem dependência de investimentos públicos.

Fonte: Redação O Liberal, 07 de julho de 2022

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